O que é o serviço? A coleta de resíduos ambulatoriais atende aos estabelecimentos que realizam atendimentos, procedimentos e pequenos serviços de saúde fora do regime de internação. Esses locais geram Resíduos de Serviços de Saúde (RSS) que exigem acondicionamento, coleta, tratamento e destinação adequados a cada grupo, com registros que comprovam a rastreabilidade e a conformidade legal.
Quando a coleta ambulatorial é necessária
Sempre que a unidade gera resíduos com risco biológico, químico ou físico – como materiais contaminados, medicamentos, perfurocortantes e demais RSS –, é preciso organizar a segregação na origem e a destinação correta. A coleta regular evita acúmulo, reduz riscos à equipe e aos pacientes e mantém o estabelecimento em conformidade com a vigilância sanitária e a legislação ambiental.
Resíduos típicos de unidades ambulatoriais
Cada estabelecimento tem uma rotina diferente, mas os resíduos mais comuns nas unidades ambulatoriais incluem:
- Materiais contaminados com sangue ou fluidos (gazes, algodão, curativos, luvas);
- Perfurocortantes, como agulhas, seringas, lâminas e ampolas;
- Medicamentos vencidos, sobras e frascos de produtos químicos;
- Resíduos de procedimentos de enfermagem e de pequenos atendimentos;
- Resíduos comuns (grupo D) gerados na rotina administrativa e de higiene.
Segregação na origem
Orientamos a separação correta por grupo, com recipientes adequados e identificados, para evitar contaminação cruzada e garantir a rota correta de cada resíduo.
Coleta e transporte
Realizamos a coleta na frequência adequada ao volume da unidade, com transporte seguro e documentado até o destino.
Tratamento e destinação
Encaminhamos os resíduos para tratamento (como autoclavagem ou incineração) e destinação final em unidades licenciadas.
Documentação e apoio ao PGRSS
Emitimos MTR e CDF e apoiamos o Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde do estabelecimento.
Como funciona o atendimento
A Cetes conduz a demanda desde a avaliação do estabelecimento até a comprovação da destinação final, com acompanhamento em cada etapa.
Diagnóstico
Levantamos os resíduos gerados, volumes, frequência e a estrutura disponível na unidade.
Planejamento
Definimos recipientes, segregação, frequência de coleta, tratamento e documentos.
Execução
Realizamos a coleta e o transporte conforme o cronograma acordado com o estabelecimento.
Comprovação
Organizamos MTR, CDF e registros que comprovam a destinação correta dos resíduos.
Perguntas frequentes
Quais estabelecimentos geram resíduos ambulatoriais?
Ambulatórios, postos e unidades básicas de saúde, clínicas de atendimento, pronto-atendimentos, consultórios e serviços de enfermagem. Cada um pode gerar resíduos dos grupos A (infectantes), B (químicos), D (comuns) e E (perfurocortantes).
Como deve ser feita a segregação dos resíduos ambulatoriais?
A segregação deve ocorrer na origem, separando os resíduos por grupo em recipientes adequados e identificados. Isso reduz riscos, evita contaminação cruzada e garante que cada resíduo siga a rota correta de tratamento e destinação.
A Cetes cuida da documentação e da destinação?
Sim. Além da coleta e do transporte, a Cetes emite MTR e CDF, apoia o PGRSS e encaminha os resíduos para tratamento e destinação final licenciados, com comprovação para auditorias e fiscalização.













